Slow Food
Monday, August 27th, 2007Partindo do princípio de que corpo e mente formam um só sistema – e sempre preocupada em alimentar o corpo, para a mente funcionar assim, digamos.. um pouquinho melhor – me engagei há quase 39 anos (sem saber!) ao movimento que nasceu em 1986, na Itália e que levou quase 15 anos para chamar um pouquinho de atenção aqui no Rio. O Slow Food nasceu, claro, para fazer frente ao “fast food”.
O comer rápido e cheio de “virtualidades” ( com os aditivos químicos especialmente desenvolvidos para enlouquecer o paladar) já deu o que tinha que dar. Para comer bem é preciso abrir bem a mente e imaginar os nutrientes, ou venenos, por trás de cheiros, cores, sabores… Até os muito céticos já sabem que a qualidade do alimento influencia a qualidade de vida. O que ainda precisa entrar na roda é a razão direta entre produção, consumo, economia, cidadania e qualidade de vida.
O movimento Slow Food abrange também a Universidade de Ciências Gastronômicas e a Fundação Slow Food pela Biodiversidade:
Nós acreditamos que todo mundo tem o direito fundamental ao prazer e consequentemente a responsabilidade de proteger o patrimônio alimentar, tradição e cultura que fazem esse prazer possível. Nosso movimento está baseado neste conceito de eco-gastronomia – um reconhecimento das fortes conexões entre o prato e o planeta.(…)
Nós nos consideramos co-produtores (e não consumidores), porque estando informados sobre como nossa comida é produzida e apoiando ativamente aqueles que a produzem, nós nos tornamos parte e parceiros no processo produtivo.
Slow Food – www.slowfood.com
Universidade de Ciências Gastronômicas -www.unisg.it
Fundação Slow Food pela Biodiversidade -
www.terramadre2006.org

